Por Reuters

O blockchain é um registro compartilhado de dados mantidos por uma rede de computadores, em vez de um terceiro confiável

Chicago/Nova York – Nestle, Unilever, Tyson Foods e outras grandes companhias de alimentos se juntaram a um projeto da IBM para explorar como a tecnologia blockchain pode ajudar a rastrear as cadeias de fornecimento de alimentos e melhorar a segurança, disseram as empresas em nesta terça-feira.

O blockchain, que surgiu pela primeiramente como o sistema que suporta a criptomoeda bitcoin, é um registro compartilhado de dados mantidos por uma rede de computadores, em vez de um terceiro confiável.

Um total de 10 empresas disseram que vão compartilhar dados e executar ensaios com a IBM, incluindo Kroger, Dole Food , McCormick, Golden State Foods, Driscoll’s e a McLane, da Berkshire Hathaway.

O Wal Mart também participa e trabalhou com a IBM desde outubro para rastrear o movimento de produtos alimentares.

Como a blockchain pode rastrear rapidamente centenas de partes envolvidas na produção e distribuição de alimentos em massa, espera-se que ela facilite a identificação de fontes de potenciais contaminações durante períodos de preocupação com a segurança alimentar.

Os céticos advertem que a tecnologia ainda é incipiente e pode demorar anos antes que as empresas colherem benefícios.

Os varejistas também são ferozmente competitivos e têm um histórico de colaboração fraco, como no caso do desaparecimento do aplicativo de pagamento móvel CurrentC, outro empreendimento altamente antecipado da indústria.

A IBM também disse que estava lançando uma plataforma blockchain que poderá facilitar o desenvolvimento de aplicativos por grandes empresas usando a tecnologia.

 

 

 

 

Por Reuters | Exame - 23/08/2017


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